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	<title>Prosa Econômica</title>
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	<description>Discussão e Pesquisa em Economia.</description>
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		<title>Bilhete Premiado</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/29/bilhete-premiado/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 16:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dupla do blog &#8220;Why Nations Fail&#8221; fez um conjunto de posts sobre a relação entre abundância de recursos naturais e desenvolvimento econômico que você pode verificar aqui, aqui e aqui. Os posts nos trazem inúmeros artigos sobre essa literatura, &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/29/bilhete-premiado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Dupla do blog &#8220;Why Nations Fail&#8221; fez um conjunto de posts sobre a relação entre abundância de recursos naturais e desenvolvimento econômico que você pode verificar <a href="http://whynationsfail.com/blog/2013/5/16/is-there-a-curse-of-resources-the-case-of-the-cameroon.html">aqui</a>, <a href="http://whynationsfail.com/blog/2013/5/21/the-economic-nature-of-the-resource-curse-evidence.html">aqui </a>e <a href="http://whynationsfail.com/blog/2013/5/23/the-economic-nature-of-the-resource-curse-mechanisms.html">aqui</a>. Os posts nos trazem inúmeros artigos sobre essa literatura, alguns inclusive apontando uma relação negativa entre a abundância de recursos naturais e o crescimento econômico. No entanto, tal resultado está longe de ser consensual.</p>
<p>Assim como há o caso de Camarões, onde a descoberta de jazidas de petróleo fez com que o país alcançasse uma renda per capita, em 1993, de metade da de 1986, há casos de sucesso como Austrália, Chile, Estados Unidos, Botswana, em que os recursos naturais foram utilizados de maneira a promover o desenvolvimento econômico.</p>
<p>A grande conclusão que fica é que não basta ter abundância de recursos naturais, deve-se saber alocá-los. A alocação eficiente de recursos, mais do que a dotação dos mesmos, é o que define as consequências da exploração de um recurso natural. Tal corolário se mostra válido em diferentes contextos da esfera econômica: Não basta ter o pré-sal, tem que saber administrar os recursos de maneira eficiente, não basta ter 10% do PIB para a educação, tem que saber como e onde investir o dinheiro da educação.</p>
<p>A riqueza não surge do céu ou da terra. No terreno da economia não há espaços para milagres. A riqueza é consequência dos esforços diários em busca da inovação tecnológica e aumento da produtividade. Para a nossa tristeza, na loteria da economia não há <a href="http://oglobo.globo.com/economia/pre-sal-bilhete-premiado-para-brasil-avalia-lula-3835238">bilhete premiado</a>.</p>
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		<title>Econometria em divertidos Diagramas de Venn! (Parte2)</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/27/econometria-em-divertidos-diagramas-de-venn-parte2/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 21:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Econometria]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando nossa brincadeira&#8230; Veremos hoje como ilustrar multicolinearidade e omissão de variável relevante em diagramas de Venn. Diagrama 3: Multicolinearidade Aqui os efeitos da alta colinearidade foram discutidos. Interpretações de Kennedy sobre o terceiro diagrama: (i) alta colinearidade causa viés? &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/27/econometria-em-divertidos-diagramas-de-venn-parte2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/26/econometria-em-divertidos-diagramas-de-venn-parte-1/" target="_blank">nossa brincadeira</a>&#8230; Veremos hoje como ilustrar multicolinearidade e omissão de variável relevante em diagramas de Venn.</p>
<p><strong>Diagrama 3: Multicolinearidade</strong></p>
<p>Aqui os efeitos da alta colinearidade foram discutidos.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9663" alt="diagrama 3" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-3.png" width="545" height="267" /></a></p>
<p>Interpretações de Kennedy sobre o terceiro diagrama:</p>
<p>(i) alta colinearidade causa viés? <strong>Não</strong>. As áreas azuis e verdes continuam a corresponder às variações de <em>y</em> exclusivamente atribuíveis a <em>X</em> e <em>W</em>, respectivamente.</p>
<p>(ii) alta colinearidade aumenta/diminui a variância dos estimadores (<img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> e <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BW%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{W}' title='\hat{\beta}_{W}' class='latex' />)? <strong>Aumenta</strong>. Como a área azul é reduzida, menos informação é utilizada para estimar <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> e <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BW%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{W}' title='\hat{\beta}_{W}' class='latex' />, e assim as variâncias de ambos os estimadores são maiores.</p>
<p>(iii) e se houver colinearidade perfeita? As áreas azul e verde desaparecem e a estimativa de <strong>MQO é impossível</strong> (de fato, lembrando do estimador de MQO em formato matricial, <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D%3D%28X%27X%29%5E%7B-1%7DX%27Y&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}=(X&#039;X)^{-1}X&#039;Y' title='\hat{\beta}=(X&#039;X)^{-1}X&#039;Y' class='latex' />, sob colinearidade perfeita a matriz <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=X%27X&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='X&#039;X' title='X&#039;X' class='latex' /> não é invertível).</p>
<p><strong>Diagrama 4: Omissão de Variável Relevante</strong></p>
<p>Aqui os efeitos da omissão da variável explicativa <em>W</em> (por esquecimento ou por falta de dados) foram discutidos.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9664" alt="diagrama 4" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-4.png" width="305" height="251" /></a></p>
<p>Interpretações de Kennedy sobre o quarto diagrama:</p>
<p>(a) caso em que <em>X</em> é correlacionado com <em>W</em>:</p>
<ul>
<li>causa viés? <strong>Sim</strong>. Se <em>W</em> é omitido, MQO utilizaria a área azul mais a área vermelha para estimar <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Cbeta_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\beta_{X}' title='\beta_{X}' class='latex' />, e por isso a estimativa estaria claramente viesada – lembre-se que a zona vermelha contém informações &#8220;contaminadas&#8221;.</li>
</ul>
<ul>
<li>aumenta/diminui a variância dos estimadores? <strong>Diminui</strong>. Como as informações das áreas azul e vermelho são usadas (em vez de apenas a informação de área azul), mais informações estão sendo usadas, de modo que a variância de <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> deve ser menor.</li>
</ul>
<ul>
<li>aumenta/diminui a variância do erro? <strong>Aumenta</strong>. Ao omitir <em>W</em>, a área amarela (que representa a magnitude da estimativa de <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Csigma%5E2&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\sigma^2' title='\sigma^2' class='latex' />) fica maior, agregando também a área verde.</li>
</ul>
<p>(b) caso em que <em>X</em> <strong>não</strong> é correlacionado (e portanto ortogonal) com <em>W</em>:</p>
<ul>
<li>causa viés? <strong>Não</strong>. Quando os círculos <em>X</em> e <em>W</em> não se interseccionam (ié, são ortogonais), não há nenhuma área vermelha, de modo que a omissão de uma variável relevante não criará viés.</li>
</ul>
<ul>
<li>aumenta/diminui a variância dos estimadores? <strong>Nada ocorre</strong>. Neste caso o estimador <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> continua a usar apenas a informação azul, de modo que a variância de <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> não é afetada.</li>
</ul>
<ul>
<li>aumenta/diminui a variância do erro? <strong>Aumenta</strong>. Mesmo se forem variáveis ortogonais, ao omitir <em>W</em>, a área amarela fica maior, agregando também a área verde.</li>
</ul>
<p>Bom, é isso. Há muitas outras aplicações de Venn em econometria feitas por Kennedy em seus artigos e em seu livro. Podemos prosear sobre elas em próximos posts.</p>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/27/rapidinhas-26/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 15:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Como o País vem administrando seu parco esforço de investimento&#8221;. Focus de hoje revisa inflação () e crescimento do PIB (). Semana terá PIB, Copom e IGP-M. “These 31 charts will destroy your faith in humanity”. Reinhart e Rogoff escrevem &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/27/rapidinhas-26/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/uploads_adm_trabalhos_files_vfd2013-0524.pdf">&#8220;Como o País vem administrando seu parco esforço de investimento&#8221;.</a></li>
<li><a href="http://www.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20130524.pdf">Focus de hoje</a> revisa inflação (<img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Cuparrow&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\uparrow' title='\uparrow' class='latex' />) e crescimento do PIB (<img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Cdownarrow&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\downarrow' title='\downarrow' class='latex' />). Semana terá <a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/05/27/quarta-feira-o-dia-pib-do-1-tri-taxa-de-juros-igp-m-498151.asp">PIB, Copom e IGP-M</a>.</li>
<li><a href="http://www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2013/05/24/these-31-charts-will-destroy-your-faith-in-humanity/">“These 31 charts will destroy your faith in humanity”</a>.</li>
<li>Reinhart e Rogoff escrevem <a href="http://www.carmenreinhart.com/letter-to-pk/">carta aberta à Krugman</a>. Krugman <a href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2013/05/26/reinhart-and-rogoff-are-not-happy/">responde</a>. A <a href="https://twitter.com/FriedrichHayek/status/338750791215095809">moda pega</a>.</li>
<li><a href="http://noahpinionblog.blogspot.com.br/2013/05/science-fiction-for-economists.html">Ficção científica para Economistas.</a></li>
</ol>
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		<item>
		<title>Econometria em divertidos Diagramas de Venn! (Parte 1)</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/26/econometria-em-divertidos-diagramas-de-venn-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 May 2013 16:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Econometria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;The advantages of this Venn diagram interpretation as a pedagogical device are too powerful to ignore.&#8221; – Peter Kennedy. Essa semana descobri duas verdades relacionadas ao economista Peter Kennedy &#8212; uma boa e outra ruim. A boa é que, folheando o &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/26/econometria-em-divertidos-diagramas-de-venn-parte-1/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;The advantages of this Venn diagram interpretation as a pedagogical device are too powerful to ignore.&#8221;</em> – Peter Kennedy.</p>
<p>Essa semana descobri duas verdades relacionadas ao economista Peter Kennedy &#8212; uma boa e outra ruim. A boa é que, folheando o  dele, vi um monte de explicações &#8220;alternativas&#8221;, algumas, inclusive, usando Diagramas de Venn. O que seria isso? Perguntei. Numa das notas de rodapé ele explica que essa abordagem foi publicada em vários de seus trabalhos sobre ensino de econometria. Já a notícia ruim é que, sem conseguir encontrar um de seus artigos, resolvi escrever um email ao autor, a resposta foi: Peter Kennedy não está mais respondendo emails, escreva para sua esposa. Aí descubro que o economista morreu.. :(</p>
<p>A notícia me encorajou, porém, a continuar buscando os artigos citados por ele. Um deles está <a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/Journal-of-Statistics-Education-V10N1_-Kennedy.pdf">aqui</a> (pdf), o qual junto ao livro usei de base para este post. No texto, os diagramas de Venn algumas vezes são nomeados como diagramas de Ballentine, é a mesma coisa. O nome foi escolhido pelos estatísticos Jacob e Patricia Cohen, em semelhança ao logotipo da cervejaria Ballentine.</p>
<p>Antes de prosseguir, vale avisar que esta abordagem é <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">&#8220;meramente ilustrativa&#8221;</span></span> e possui contra-indicações, não substituindo em nada a teoria e as derivações dos cursos de econometria. Dito isto, resumi abaixo alguns pontos que achei que merecem destaque.</p>
<p><strong>Diagrama 1: Regressão Simples</strong></p>
<p>Aqui, <em>y</em> e <em>X</em> são medidos como desvios das suas médias. O círculo <em>y</em> é &#8220;variação&#8221; em <em>y</em>, e o círculo <em>X</em> a &#8220;variação&#8221; em <em>X</em>.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9661" alt="diagrama 1" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-1.png" width="266" height="231" /></a></p>
<p>Interpretações de Kennedy sobre o primeiro diagrama:</p>
<p>(i) A intersecção de <em>y</em> e <em>X</em> (área em roxo), é interpretada como &#8220;variação&#8221; que <em>y</em> e <em>X</em> têm em comum (onde <em>y</em> e <em>X</em> se movem juntos), representando a variação de <em>y</em> explicada por <em>X</em>.</p>
<p>(ii) Dito de outro modo, a área roxa representa a informação usada por MQO ao estimar <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Cbeta_X&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\beta_X' title='\beta_X' class='latex' />; se esta informação corresponde a variação em <em>y</em> explicada <strong>unicamente</strong> pela variação em <em>X</em>, o <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> é <strong>não-viesado</strong>.</p>
<p>(iii) Uma maior área roxa significa que mais informação é utilizada na estimativa, o que implica numa menor variância de <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' />.</p>
<p>(iv) A área preta é a variação em <em>y</em> que <strong>não</strong> pode ser explicada por <em>X</em> (atribuída ao termo de erro de MQO), e assim a magnitude desta área representa a estimativa de <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Csigma%5E2&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\sigma^2' title='\sigma^2' class='latex' />, a variância do erro.</p>
<p><strong>Diagrama 2: Regressão Múltipla</strong></p>
<p>Aqui uma nova variável explicativa (<em>W</em>) é adicionada.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9662" alt="diagrama 2" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/diagrama-2.png" width="305" height="256" /></a></p>
<p>Interpretações de Kennedy sobre o segundo diagrama:</p>
<p>(i) Ao regredir <em>y</em> sobre <em>X</em> e W, o estimador de MQO deixa de fora a área vermelha e só usa a azul para estimar <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BX%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{X}' title='\hat{\beta}_{X}' class='latex' /> e a verde para estimar <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=%5Chat%7B%5Cbeta%7D_%7BW%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\hat{\beta}_{W}' title='\hat{\beta}_{W}' class='latex' /> – possibilitando a interpretação <em>ceteris paribus</em>. Kennedy chama a área vermelha de &#8220;má informação&#8221;, pois neste trecho tem <em>y</em> movendo-se junto ao <em>X</em> e também ao <em>W</em> de modo que não sabemos se os movimentos em <em>y</em> são devidos a <em>X</em> ou a <em>W</em>. Retirando a área vermelha, estimativas <strong>não-viesadas</strong> são produzidas porque a área azul corresponde à variação em <em>y</em> <strong>exclusivamente</strong> atribuível a <em>X</em> e a área verde corresponde à variação <em>y</em> <strong>exclusivamente</strong> atribuível a <em>W</em>.</p>
<p>(ii) A intersecção entre o círculo <em>y</em> e os círculos <em>X</em> e <em>W</em> representa a variação em <em>y</em> explicada pela variação em <em>X</em> e em <em>W</em>. A razão desta área (azul + vermelho + verde) sobre o círculo <em>y</em> é interpretada como o <img src='http://s.wordpress.com/latex.php?latex=R%5E2&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='R^2' title='R^2' class='latex' /> da regressão de <em>y</em> em <em>X</em> e <em>W</em>.</p>
<p>_________________</p>
<p>Amanhã tem mais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Esther Duflo, do MIT, sobre Novelas brasileiras</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/25/esther-duflo-mit-novelas-brasileiras/</link>
		<comments>http://prosaeconomica.com/2013/05/25/esther-duflo-mit-novelas-brasileiras/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 May 2013 15:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em vídeo recente, a pesquisadora Esther Duflo (MIT) mostra ter opinião formada sobre as novelas brasileiras. Segundo ela, Rede Globo e fertilidade tem uma relação perversa. Veja o vídeo: Ah sim, sua exposição baseia-se em pesquisa: na íntegra (pdf), de &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/25/esther-duflo-mit-novelas-brasileiras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em vídeo recente, a pesquisadora Esther Duflo (MIT) mostra ter opinião formada sobre as novelas brasileiras. Segundo ela, Rede Globo e fertilidade tem uma relação perversa. Veja o vídeo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6BUg0qFUCO4?hl=pt&amp;cc_lang_pref=pt&amp;cc_load_policy=1" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ah sim, sua exposição baseia-se em pesquisa: na <a href="http://www.econ.upf.edu/docs/seminars/laferrara.pdf">íntegra</a> (pdf), de um pessoal do IDB.</p>
<p>Há de se reconhecer que existe uma enorme dificuldade em separar o efeito das novelas com tendências sociais em geral &#8212; e, mais difícil ainda, separar o efeito das novelas do efeito da TV em geral. O que foi feito na pesquisa é levar em conta o fato de que o sinal da Rede Globo foi disponibilizado progressivamente, e assim comparou-se vizinhanças com acesso à emissora com aquelas que não o tiveram. Dois fatos foram verificados: (i) a fertilidade caiu mais cedo nos lugares que primeiro receberam o sinal da Globo (claro que além da TV, outros fatores estão agindo aqui) e (ii) a pesquisa encontrou um efeito significativo de crianças nomeadas com o mesmo nome de personagens de novela, indicando uma possível linha direta da TV sobre as decisões de planejamento familiar.</p>
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		<title>Um pouco de teoria econômica no caso Neymar</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 18:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Ikawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Basta ligar a TV e assistir a algum programa esportivo para ter notícias de Neymar, atacante do Santos e da seleção brasileira. Nestes últimos dias, o foco principal tem sido a possível transferência do jogador para a Europa, mais especificamente, &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/24/um-pouco-de-teoria-economica-no-caso-neymar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Basta ligar a TV e assistir a algum programa esportivo para ter notícias de Neymar, atacante do Santos e da seleção brasileira. Nestes últimos dias, o foco principal tem sido a possível <a href="http://globoesporte.globo.com/futebol/times/santos/noticia/2013/05/santos-recusa-proposta-de-r-525-mi-do-barcelona-por-neymar.html">transferência do jogador</a> para a Europa, mais especificamente, para o Barcelona.</p>
<p>Que o Santos e alguns outros parceiros têm o monopólio sobre a venda do jogador não é segredo. Como qualquer monopolista, o grupo tem um grande poder na determinação de preços de sua &#8220;mercadoria&#8221;. Isso, principalmente se levarmos em consideração a quantidade de clubes que gostariam de ter a estrela santista em seu elenco.</p>
<p>O único problema é que, aparentemente, trata-se também de um caso de monopsônio. O <a href="http://esportes.r7.com/futebol/noticias/-meu-filho-so-quer-jogar-no-barcelona-diz-pai-de-neymar-20130331.html">pai do atleta</a> já deixou claro que o filho só joga em um clube europeu se for o Barcelona. Se essa notícia ainda fosse segredo (a nossa conhecida assimetria de informação), o Santos teria maior poder de barganha nessa negociação, mas como não é&#8230;</p>
<p>Com o agravante do final do contrato de Neymar em julho de 2014, acabam surgindo grandes distorções de mercado, como a do clube catalão recebendo uma <a href="http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2013/05/22/filho-de-mazinho-pode-deixar-barcelona-por-mesmo-valor-oferecido-a-neymar.htm">oferta maior por Thiago Alcântara</a>, filho de Mazinho, do que estava disposto a desembolsar pelo atacante santista.</p>
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		<title>Keynes e sua vida particular – It&#8217;s not our business.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 14:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na graduação, ficava às vezes um pouco enfurecido com algumas piadas de mau gosto dirigidas a alguns dos economistas que temos hoje como &#8220;pilares&#8221; da HPE. Com Keynes não era diferente, virava e mexia surgia alguma piadinha sobre a vida &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/07/keynes-e-sua-vida-particular-its-not-our-business/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/Keynes.jpg"><img class="size-full wp-image-9608 alignleft" alt="Keynes" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/Keynes.jpg" width="266" height="203" /></a>Na graduação, ficava às vezes um pouco enfurecido com algumas piadas de mau gosto dirigidas a alguns dos economistas que temos hoje como &#8220;pilares&#8221; da HPE. Com Keynes não era diferente, virava e mexia surgia alguma piadinha sobre a vida pessoal do economista: por ter se casado com uma bailarina e não ter tido filhos, as pessoas inferem coisas que não é, propriamente, da nossa conta.</p>
<p>Na última semana, <a href="http://www.niallferguson.com/">Niall Ferguson</a>, famoso professor de Harvard (em mais uma polêmica envolvendo a faculdade), disparou uma <a href="http://www.fa-mag.com/news/harvard-professor-gay-bashes-keynes-14173.html">infeliz pérola envolvendo Keynes</a> que tomou repercussão descomunal:</p>
<blockquote><p>Ferguson responded to a question about Keynes’ famous philosophy of self-interest versus the economic philosophy of Edmund Burke, who believed there was a social contract among the living, as well as the dead. Ferguson asked the audience how many children Keynes had. He explained that Keynes had none because he was a homosexual and was married to a ballerina, with whom he likely talked of “poetry” rather than procreated. The audience went quiet at the remark. Some attendees later said they found the remarks offensive…</p>
<p>[Ferguson said] it’s only logical that Keynes would take this selfish worldview because he was an “effete” member of society. Apparently, in Ferguson’s world, if you are gay or childless, you cannot care about future generations nor society.</p></blockquote>
<p>Resultado? Foi ferozmente linchado pela crítica, entre a academia, entre economistas da blogosfera internacional e entre torcidas organizadas. A repercussão foi tamanha que o <a href="http://www.cnbc.com/id/100708565">professor teve de vir a público e pedir desculpas</a>.</p>
<p>Quem sabe isto sirva para lembrar que futricas de economistas não fazem parte da HPE, e que, concordando ou não com as ideias desses economistas, respeito é sempre bem-vindo&#8230;</p>
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		<title>Rapidinhas</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/04/rapidinhas-25/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 21:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prescott e Sims no Rio de Janeiro. Daron Acemoglu Facts. O Insucesso de &#8220;Why Nations Fail&#8221; no México. Buchanan sobre Frank Knight. Salami Science (Aqui e aqui).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><a href="http://epge.fgv.br/conferencias/business-cycles/pt/index.php"><span style="line-height: 14px;">Prescott e Sims no Rio de Janeiro.</span></a></li>
<li><a href="http://daronacemoglufacts.tumblr.com/">Daron Acemoglu Facts.</a></li>
<li><a href="http://whynationsfail.com/blog/2013/4/30/reading-why-nations-fail-in-mexico.html?utm_source=feedly">O Insucesso de &#8220;Why Nations Fail&#8221; no México.</a></li>
<li><a href="http://superiorw.blogspot.com.br/2013/04/buchanan-on-frank-knight.html?utm_source=feedly&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+Udadisi+(UDADISI)">Buchanan sobre Frank Knight.</a></li>
<li>Salami Science (<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,darwin-e-a-pratica-da-salami-science-,1026037,0.htm">Aqui</a> e <a href="http://hazardm.blogspot.com.br/2013/04/salami-science.html?utm_source=feedly&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+MoralHazard+(Moral+Hazard)">aqui</a>).</li>
</ol>
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		<title>Há espaço para novos partidos políticos no Brasil?</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/03/ha-espaco-para-novos-partidos-politicos-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 19:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Ikawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil conta hoje com 30 partidos políticos, segundo o TSE. Haveria espaço para a entrada de novas agremiações? Esse assunto ganhou destaque recentemente no Brasil com a polêmica entre o Legislativo Brasileiro e o Supremo Tribunal Federal sobre o &#8230; <a href="http://prosaeconomica.com/2013/05/03/ha-espaco-para-novos-partidos-politicos-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil conta hoje com 30 partidos políticos, segundo o <a href="http://www.tse.jus.br/partidos/partidos-politicos">TSE</a>. Haveria espaço para a entrada de novas agremiações?</p>
<p>Esse assunto ganhou destaque recentemente no Brasil com a polêmica entre o Legislativo Brasileiro e o Supremo Tribunal Federal sobre o projeto de Lei que dificulta a criação de novos partidos políticos no país (<a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/04/camara-aprova-lei-que-dificulta-criacao-de-novos-partidos-politicos.html">aqui</a> e <a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/04/stf-suspende-projeto-que-dificulta-criacao-de-novos-partidos-no-senado.html">aqui</a>).</p>
<p>Encontrei algo bastante interessante sobre o assunto no livro <a href="http://www.amazon.com/Economic-Theory-Democracy-Anthony-Downs/dp/0060417501">An Economic Theory of Democracy</a>, de Anthony Downs. Segundo o autor: “a distribuição numérica de eleitores ao longo da escala política determina, em grande medida, que tipo de democracia se desenvolverá”.</p>
<p>O autor desenvolve um modelo teórico para explicar como, de um jogo de interesses entre eleitores e políticos, ambos trabalham para a manutenção da democracia. Trata-se de um modelo que simplifica a realidade e não necessariamente se aplica ao caso brasileiro. No entanto, lança uma hipótese plausível para explicar a quantidade de partidos políticos existentes no país.</p>
<p>De acordo com Downs, se tivermos uma distribuição dos eleitores que se aproxime de uma normal, um sistema bipartidário seria mais provável.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/eleitores-economia-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9596" alt="eleitores economia 1" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/eleitores-economia-1.jpg" width="585" height="248" /></a></p>
<p>Mas se tivermos uma distribuição dos eleitores em uma escala ideológica que se pareça com a figura abaixo, haverá espaço para a criação de mais partidos.</p>
<p><a href="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/eleitores-economia-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9597" alt="eleitores economia 2" src="http://prosaeconomica.com/wp-content/uploads/2013/05/eleitores-economia-2.jpg" width="534" height="162" /></a></p>
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		<title>Top Five Prosa Econômica</title>
		<link>http://prosaeconomica.com/2013/05/01/top-five-prosa-economica-12/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 01:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prosa Econômica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top Five]]></category>

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		<description><![CDATA[Os posts mais badalados do mês: Carga Tributária Impressões da polêmica Reinhart &#38; Rogoff Blogosfera Econômica em Vitória Como fazer Redação Acadêmica? — A parte legal Como fazer Redação Acadêmica? – A parte chata]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os posts mais badalados do mês:
<ol>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/2013/04/11/carga-tributaria/" target="_blank">Carga Tributária</a></li>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/2013/04/22/impressoes-da-polemica-reinhart-rogoff/" target="_blank">Impressões da polêmica Reinhart &amp; Rogoff</a></li>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/2013/04/18/blogosfera-economica-em-vitoria/" target="_blank">Blogosfera Econômica em Vitória</a></li>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/2013/04/03/como-fazer-redacao-academica-a-parte-legal/" target="_blank">Como fazer Redação Acadêmica? — A parte legal</a></li>
<li><a href="http://prosaeconomica.com/2013/04/04/como-fazer-redacao-academica-a-parte-chata/" target="_blank">Como fazer Redação Acadêmica? – A parte chata</a></li>
</ol>
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