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Estudar mais => menor desemprego. Vale no Brasil?

julho 6, 2011

O desemprego nos Estados Unidos aumentou após a crise e continua alto, afetando todos os níveis de escolaridade como mostra o gráfico. O interessante é que após a crise, a diferença da taxa de desemprego dos mais escolarizados em relação à taxa dos trabalhadores com menor nível educacional passou de 5 pontos percentual para quase 10. Para o professor Russu Roberts, a redução desta diferença entre 1992 a 2001 e posterior aumento relaciona-se a expansão do setor de construção que sofreu um forte recuo com a crise. É uma especulação, pois o relatório dos economistas do Federal Reserve Bank of Cleveland não amplia a discussão no assunto. Diferentemente da taxa de desemprego, o tempo de duração do desemprego, que chegou em março a 37,1 semanas, parece atingir da mesma forma todas as faixas de nível educacional.

E no Brasil, como é o perfil do desemprego? Segundo dados da OCDE, a taxa de desemprego é maior para aqueles que concluíram o segundo grau, sendo 6,1% para estes contra 4,7% para os que não concluíram.  Este perfil, também encontrado no Chile, Grécia, Luxemburgo e México, é resultado de uma maior necessidade da economia do país de pessoas com menor nível educacional, uma suposição já que não há estatísticas neste sentido, e da  elevada taxa de desemprego entre as mulheres com segundo grau completo. Ainda segundo o estudo, no Brasil, por volta de dois terços das pessoas entre 25 e 64 anos não tem o segundo grau completo.

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