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Pleno emprego no Brasil? Pelo jeito ainda não

maio 21, 2012

Recentemente tem ganhado espaço a discussão sobre se o país estaria ou não em situação de pleno emprego, dado o patamar de desemprego apresentado nos últimos tempos. Desde setembro de 2010, a taxa medida pela PME não supera 6,5%, número bastante baixo para os padrões históricos brasileiros.

Estudo (pdf) publicado pelo Ipea, no entanto, faz algumas ressalvas sobre a possível situação de pleno emprego no Brasil. A principal delas diz respeito ao desemprego oculto pelo trabalho precário e pelo desalento.

Ao levar em consideração o desemprego aberto (pessoas que procuraram emprego nos últimos 30 dias e não o exerceram nos 7 dias anteriores à entrevista), os números referentes ao trabalho precário (atividade eventual sem perspectiva de continuidade) e o desalento (pessoas que não possuem trabalho nem procuram emprego) acabam por ser mascarados. Assim, uma medida mais adequada da situação brasileira deveria levar em conta o desemprego oculto.

Ao utilizar a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Dieese, é possível verificar que, quando levados em consideração o desemprego oculto pelo trabalho precário e pelo desalento, a ideia de que o Brasil está em uma situação de pleno emprego perde sustentação.

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